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Eduardo Fortes vai continuar no comando técnico do União de Tomar. Tal como a Hertz tinha avançado esta sexta-feira, direcção e equipa técnica reuniram-se e chegaram a um consenso, ficando ainda desde já definida a continuidade de Paulo Moura ao comando do departamento de futebol, que será reforçado com outros nomes, o que era uma das pretensões de Eduardo Fortes para continuar no clube.

O objectivo passa, ainda, por manter praticamente todos os elementos da época anterior, sendo que, em termos de reforços, o nome de Nuno Rodrigues aparece na lista das prioridades, embora últimos desenvolvimentos apontem para a sua continuidade em Mação. E ainda que ter em consideração que o Torres Novas também está na corrida… Outra questão por resolver prende-se com a continuidade, ou não, de Quim. O experiente lateral-esquerdo pondera colocar um ponto final na carreira, mas deverá ser abordado nas próximas horas para continuar. Refira-se que, no sábado, o U. Tomar venceu o Águias de Moradal por 1-0, num jogo integrado nas comemorações da conquista do título da AF Castelo Branco por parte dos Águias.

(Rádio Hertz)

O União de Tomar e o Vilarense receberam o Troféu Disciplina Governo Civil de Santarém relativo à época de 2008/09, numa cerimónia que teve como palco o auditório Rui Manhoso, na sede da Associação de Futebol de Santarém. Paulo Moura, responsável pelo futebol dos nabantinos, esteve em representação do clube, na noite desta segunda-feira, em Santarém.

(Rádio Hertz)

O União de Tomar está em plena comemoração de mais um aniversário. São 96 anos de história no desporto concelhio, distrital e nacional. Estamos a falar do único clube do distrito de Santarém que militou na 1ª Divisão Nacional, onde marcou seis presenças, para além de ter sido campeão nacional da 2ª Divisão em 1973/74. Referência, ainda, para a conquista de valiosos troféus, numa história marcada pela passagem de renomados treinadores e jogadores, incluindo os campeões europeus Eusébio e António Simões. Para assinalar a efeméride, a Hertz ouviu Graça Costa.

A presidente da Assembleia Geral do clube começou por apelar à comunidade no sentido de reconhecer a importância que o U. Tomar merece: «Estou convicta de que todos os tomarenses e unionistas têm o mesmo desejo, ou seja, resolver de uma vez por todas a situação financeira do clube para que o clube tenha viabilidade e condições para crescer. Do ponto de vista desportivo, todos os indicadores convergem no sentido de que esse cenário é possível. A prova disso é que esta época os resultados apareceram, fruto do sacrifício de pais, dirigentes, treinadores, enfim, todas as pessoas que trabalham diariamente no clube. Por isso, pretendemos, com a ajuda de todos, encontrar forma de ultrapassar os problemas». Questionada sobre se a sociedade dá importância ao que foi e é feito pelo clube, Graça Costa foi clara: «O facto do União de Tomar ter ficado sem o estádio e de não ter uma Sede social, limita a adesão das pessoas ao clube. Ainda assim, iniciativas como aquelas que tiveram lugar no último fim-de-semana (ndr: homenagem à equipa campeã da 1973/74) vão fazer com que as pessoas se aproximem novamente e percebam que o clube é património do concelho, deu muitas alegrias e continua a dar. Por isso, recuso determinantemente todas aquelas ideias que, por vezes, são veiculadas através de alguns órgãos – não os de comunicação social que têm um comportamento impecável – em que algumas pessoas, em surdina, dizem que o União de Tomar não representa o concelho. Estas pessoas não estão só a desrespeitar o concelho, como também a história do próprio concelho».

(Rádio Hertz)

O União de Tomar homenageou ontem a equipa que em 1973/74 foi campeã da 2.ª Divisão nacional. A iniciativa insere-se nas comemorações do 96.º aniversário do histórico clube nabantino, que atualmente disputa o distrital de Santarém.

A cerimónia decorreu no Cine-Teatro Paraíso, à tarde, depois de durante a manhã ter sido inaugurada uma exposição sobre o feito, na Galeria Templários, na Região de Turismo de Lisboa e Vale do Tejo, em Tomar, que ficará patente até 14 de maio.

Entre os presentes esteve Francisco Bolota, atualmente com 64 anos, avançado que marcou 3 golos no jogo que deu o título da 2.ª Divisão ao U. Tomar em 23 de junho de 1974. Também o ex-selecionador de Angola, Manuel José, e que representou o União entre 1969 e 1973, esteve presente. O Sport Saudade e Benfica venceu um torneio de veteranos.

(Record)

Pouco ou nada terá adiantado o encontro desta quinta-feira entre o executivo da Câmara Municipal e a direcção do U. Tomar, que estiveram reunidos com o propósito de tomar o pulso à situação financeira do clube, nomeadamente a dívida de 115 mil euros para com as Finanças.

Por aquilo que a Hertz apurou – apesar do encontro ter sido fechado à comunicação social – não se chegou a qualquer tipo de consenso nem de solução. E a prova disso é que fonte ligada ao U. Tomar, quando questionada pela Hertz sobre os resultados da reunião, salientou que «não há interesse do clube em falar do que aconteceu porque… não aconteceu nada». Ou seja, não foi apresentada qualquer proposta concreta, à excepção de um pedido de reunião às Finanças, que será endereçado pela Câmara Municipal e onde também irão marcar presença alguns responsáveis pelo clube. Mas, aqui, nada de novo, uma vez que já foram realizados outros encontros do género. O futuro continua num impasse…

(Rádio Hertz)

É dado praticamente garantido: o Amiense vai mesmo ganhar dois pontos na secretaria, enquanto o Cartaxo vai ser penalizado com a perda de um. Tudo aponta para que Cláudio Madruga tenha sido inscrito na ficha do jogo que colocou as duas equipas frente a frente quando ainda se encontrava castigado… por mais um dia.

Trata-se de um erro injustificável. Por isso, ainda que o Cartaxo apresente testemunhas, o melhor que pode conseguir será a redução do montante das multas com que será punido. Como a Hertz avançou na última segunda-feira, o processo, apesar de estar catalogado como prioritário, não será concluído antes deste fim-de-semana, em que o Amiense se irá deslocar a Riachos e onde o título da Divisão Principal vai estar em jogo. Contas feitas, nesta altura, tudo indica que Riachense e Amiense estão virtualmente separados por três pontos.

(Rádio Hertz)

Este imbróglio decorre do jogo da segunda jornada da 2ª Fase do Campeonato Distrital, disputado em Amiais no passado dia 7 de Março, em que Amiense e Cartaxo empataram a um golo.

Aparentemente, pelo facto de o seu treinador ter orientado a equipa no banco, quando se encontrava ainda a cumprir o último dia de suspensão, o Cartaxo irá ser punido com derrota neste encontro, beneficiando assim o Amiense de 2 pontos suplementares, que lhe permitirão reduzir para 3 pontos a desvantagem face ao Riachense, sendo que ambas as equipas disputarão o título de Campeão Distrital na próxima jornada, em Riachos.

O U. Tomar entrega dia 8 de maio os prémios de Atletas do Ano aos praticantes de todas as modalidades e em todos os escalões.

A cerimónia, que está integrada nas comemorações do 96.º aniversário do clube, que se assinala a 4 de maio, irá ainda servir para a entrega das medalhas de 25 e 50 anos de sócio dos nabantinos.

Uma semana antes deste acontecimento, dia 1, a secção de veteranos vai homenagear a equipa de futebol que foi campeã nacional da 2.ª Divisão na época 1973/74. Recorde-se que neste momento o emblema de Tomar atravessa uma grave crise financeira.

(Record)

O União de Tomar voltou à mesa de trabalhos da Câmara Municipal. Os Independentes sublinharam a urgência em tentar obter uma forma de ajudar o clube a ultrapassar a grave crise financeira que o assola, nomeadamente pela dívida às Finanças, que até já motivou uma penhora do subsídio atribuído pela autarquia. E enquanto este cenário se verificar, o clube não tem qualquer tipo de receitas, logo as hipóteses de sobrevivência são nulas.

Dessa forma, o executivo ficou de agendar uma reunião com a direcção do U. Tomar para, conjuntamente, se chegar à realidade dos factos e das contas e, depois, avançar para um acordo com o Fisco, com o objectivo de colocar fim à penhora. Pedro Marques, vereador dos Independentes, colocou o assunto em cima da mesa: «Não se trata de dar subsídios para pagar dívidas, mas sim estabelecer contra-partidas à actividade de uma associação. E isto serve não só para o U. Tomar mas também para as restantes colectividades. Mas neste caso concreto, está em causa um conjunto de dívidas que resultaram de negligência… Mas, atenção, quando se realiza uma Festa da Cerveja e se é tributado em IRC pelos lucros, enfim, se o Fisco fizesse isso em relação às festividades do concelho, qualquer dia não tínhamos festividades! Todas elas se organizam para ter lucros, para realizar obras sociais, pelo que esta situação não se entende».

Luís Ferreira: «Terá que ser o U. Tomar a apresentar um plano de viabilização»

Por sua vez, o vereador Luís Ferreira, do Partido Socialista, concordou com a necessidade de encontrar uma solução, mas quis sublinhar que terá de ser o clube a apresentar um plano de viabilização financeira: «Não podemos continuar a tratar estas coisas com o amadorismo que acontecia no século XX. Concordo totalmente em reunir com a direcção do U. Tomar mas tenho que referir que compete ao clube apresentar um plano de viabilização financeira. O U. Tomar, que tem os dados todos, é que tem de apresentar esse plano, onde diga que o Município terá que fazer isto ou aquilo. Todos queremos resolver esta situação».

Carlos Carrão: «Está em causa a falência do U. Tomar»

O vereador com o pelouro do desporto, Carlos Carrão, alertou para o grande obstáculo que consiste a penhora sobre receitas do U. Tomar, pelo que é fundamental chegar a acordo com o Fisco: «Independentemente da responsabilidade desta ou daquela pessoa ou direcção, estamos confrontados com uma situação real e objectiva de que, a curto prazo, tudo seja colocado em causa com a falência do clube. E em nome dos interesses do U. Tomar, da cidade e do concelho, isso não pode acontecer. Há que dar uma oportunidade para resolver esta situação. Temos que ter em consideração uma grave condicionante, ou seja, para além da dívida existe uma penhora que impede o clube de receber um euro seja de quem for. E o clube, por aquilo que sei, tem despesas de cinco mil euros por mês».

(Rádio Hertz)

Lino Freitas, coordenador técnico das camadas de formação do União de Tomar, foi o convidado do Hertz Desportivo desta segunda-feira. Mais uma vez, as más condições de treino com que os jovens são obrigados a lidar no dia-a-dia foram tema de conversa e isto numa época em que os nabantinos já conquistaram um título de juniores e estão na corrida para a conquista de outros, não só novamente no referido escalão, como também em juvenis e iniciados, só para dar alguns exemplos.

Lino Freitas aproveitou para fazer um apelo a Corvelo de Sousa, presidente da Câmara Municipal de Tomar, e ao restante executivo da autarquia: «Como responsável máximo da autarquia, o presidente tem que tentar salvar o clube da situação complicada em que se encontra. Espero que olhem para os miúdos, apesar do concelho ter que se orgulhar dos seniores que, tirando dois jogadores, têm passagens pelas camadas de formação do clube. Os erros do passado não podem afectar os jogadores do presente. Todos têm que dar as mãos para ajudar o U. Tomar, não só quem está no poder mas também a oposição. Os nossos jovens merecem um espaço digno para a prática de desporto».

(Rádio Hertz)

A edição desta segunda-feira do Hertz Desportivo contou com a presença de três nomes históricos do União de Tomar. Como pretexto para a entrevista, o acto solidário de Manuel José (antigo treinador do Sporting e do Benfica e que recentemente esteve à frente da selecção de Angola) para com Mamud Ben Ali, limitado por problemas de visão. Saliência, ainda, para a presença em estúdio de Totoi, que tem acompanhado Ben Ali em todo este processo.

Manuel José explicou as razões que o fizeram colocar-se à disposição do amigo de longa data e não deixou de sublinhar que não desejava qualquer publicidade para este acto: «O que for necessário fazer, já expliquei isso mesmo ao médico, irá para a frente. A promessa que fiz ao Mamud é para cumprir integralmente. O que mais me custa é ver que estamos a falar de uma pessoa totalmente lúcida e que fala com a fluidez que se lhe reconhece… Criámos uma relação de simpatia que se mantém até hoje. Este é simplesmente um gesto de alguém que está melhor instalado na vida para com uma pessoa que necessita de ajuda. Por isso, reafirmo que não queria o mínimo de publicidade porque isto não é nada! É apenas um gesto de carinho, de amizade e de respeito para com um homem que tem tido uma vida atribulada». Mamud Ben Ali, visivelmente emocionado, agradeceu estas palavras de Manuel José: «Por este acto ter sido tornado público, todos ficaram a saber quem é o Manuel José… É uma pessoa espirituosa, generosa e não tem qualquer tipo de vaidade, ajudando quem necessita». Totoi também quis sublinhar este gesto de Manuel José e ainda recordou como teve início esta amizade de dezenas de anos: «Até o conheci numa altura menos boa, mais concretamente num jogo em que o defrontei e até andámos à porrada (risos)… Passados alguns tempos, o Manuel José veio para o U. Tomar e procurou-me para colocar uma pedra em cima do assunto. Assim foi. Hoje somos grandes amigos, de tal forma que, na altura, até o convidei para padrinho do meu filho. Se Deus quiser, até morrer, seremos grandes amigos».

(Rádio Hertz)

Foi um Paulo Moura amargurado que esteve no recente Hertz Desportivo. O responsável pelo futebol sénior do U. Tomar voltou a abordar o principal problema do clube, ou seja, a dívida às Finanças e lamentou que demorem a aparecer soluções, nomeadamente por parte da Câmara Municipal.

Paulo Moura disse mesmo que a autarquia deveria seguir o caminho de outras, de Norte a Sul do país, nomeadamente com a solução desejada pelos unionistas, ou seja, que o subsídio anual a que o clube tem direito seja adiantado e encaminhado para o Fisco. Mas a verdade é que o tempo passa e a Câmara Municipal não avança com soluções. Por isso mesmo, Paulo Moura recordou que «este assobiar para o lado» não pode continuar, já que se o U. Tomar não tem receitas, a responsabilidade é da autarquia: «Já fizemos ver isso à Câmara Municipal… Quando se tem receitas de 107 euros, como aconteceu num jogo, e, este domingo, se vende 9 bilhetes, com 117 euros de receita, isto quando temos despesas na ordem dos 400 euros, resta perguntar o que é que lá andamos a fazer?! Ao U. Tomar até ficava mais barato jogar sempre fora! Desta forma, não há a mínima hipótese de podermos continuar. Se estivéssemos num estádio fechado, tínhamos receitas, publicidade, bar, enfim, uma série de condições que, não tenho dúvidas em afirmar, faziam com que o U. Tomar vivesse sem problemas».

(Rádio Hertz)

A difícil situação financeira do União Futebol Comércio e Indústria de Tomar, nomeadamente a dívida do clube às finanças, esteve em discussão no período antes da ordem do dia na última reunião de executivo camarário de Tomar, a 18 de Março. Recorde-se que na última reunião de assembleia municipal, a 26 de Fevereiro, foi chumbada uma proposta de apoio ao clube apresentada pela bancada do Partido Socialista.

Desta vez, foram os vereadores do grupo “Independentes por Tomar” a apresentar uma nova estratégia de apoio ao clube que consideram ter a “triste condição de morte anunciada”. A mesma assenta na celebração de um contrato-programa, no qual se definiriam o plano de actividades do clube, as parcerias entre o clube e a autarquia, bem como as obrigações e responsabilidades de cada uma das partes, deixando claro as contrapartidas e os meios envolvidos.

De acordo com os independentes, “com este contrato-programa e o envolvimento institucional da autarquia perante a Direcção-Geral dos Impostos seria possível, encontrar uma solução de curto e médio prazo adequada a resolver as responsabilidades do União de Tomar”. Luís Ferreira, vereador do Partido Socialista, criticou a proposta considerando que a celebração de um contrato-programa “é um exercício de demagogia” e não será a solução financeira mais adequada para a resolução do problema, uma vez que, segundo disse, só a administração central pode celebrar contratos-programa.

O presidente da Câmara Municipal de Tomar, Corvelo de Sousa (PSD) disse à vereação que a autarquia tem estado reunida com a direcção do clube com vista a encontrar uma solução mas que não pode ser a autarquia a pagar as dívidas feitas pelas direcções dos clubes. “Os problemas não surgiram nos últimos doze anos. Temos uma associação importantíssima no concelho, que enquadra centenas de crianças na prática desportiva facto que para mim é determinante, mas não pudemos incentivar um tipo de ‘acontecimento’ que passa pelas associações constituírem dívidas superiores ao seu orçamento para que depois seja a câmara a pagar”, sublinhou. Corvelo de Sousa acrescenta que “a forma de sair desta situação tem vindo a ser conduzida pela autarquia mas terá que ser o clube a recuperar a sua capacidade de funcionar em melhores condições. A proposta dos independentes será discutida na próxima reunião do executivo, a 1 de Abril.

(O Mirante)

Faleceu, na manhã desta segunda-feira, João Carvalho, antigo jogador do União de Tomar. Contava 74 anos e chegou, na altura, do Salgueiros para representar a formação unionista.

Refira-se que era pai de Carvalhito, que seguiu as suas pisadas no U. Tomar, onde se iniciou para a prática do futebol. O seu corpo está em câmara ardente na Casa Mortuária de Tomar e o funeral terá lugar, esta terça-feira, pelas 10h30.

(Rádio Hertz)

Dentro de uma ou duas semanas vão surgir desenvolvimentos no U. Tomar. Resta saber se para o bem ou para o mal. Recorde-se que a direcção do clube nabantino estipulou o final do mês de Janeiro como data limite para que aparecesse alguma solução para a dívida às Finanças… e a verdade é que estamos no segundo dia de Fevereiro.

A Hertz sabe que esse prazo foi alargado por mais algumas semanas, pois têm surgido movimentações no sentido de ajudar o U. Tomar, nomeadamente a título particular, à semelhança do que aconteceu há alguns meses, quando um grupo de amigos e sócios do clube se reuniram para desbloquear a situação. O próprio Corvelo de Sousa, presidente da Câmara Municipal, está a tentar encontrar apoios a título particular, até porque a autarquia ainda não apresentou qualquer solução. Para além destas movimentações, é objectivo dos dirigentes do unionistas apresentarem as contas e que as mesmas sejam aprovadas em Assembleia Geral.

(Rádio Hertz)

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