Cartaxo – Pego – 1-1
Coruchense – Mação – 2-1
Benavente – Fazendense – 0-1
Riachense – At. Ouriense – 6-1
U. Almeirim – Amiense – 1-1
Torres Novas – Emp. Comércio – 0-1
Samora Correia – U. Tomar – 3-1

                       Jg     V     E     D       G       Pt
 1º Coruchense         18    14     2     2    35 - 10    44
 2º Riachense          18    11     6     1    41 - 18    39
 3º Amiense            18     9     5     4    28 - 18    32
 4º Samora Correia     18     9     4     5    29 - 21    31
 5º Fazendense         18     8     4     6    27 - 21    28
 6º U. Tomar           18     8     4     6    22 - 20    28
 7º Mação              18     8     3     7    24 - 24    27
 8º U. Almeirim        18     7     5     6    22 - 18    26
 9º Torres Novas       18     7     5     6    16 - 18    26
10º At. Ouriense       18     5     3    10    19 - 32    18
11º Emp. Comércio      18     5     3    10    19 - 35    18
12º Pego               18     4     4    10    16 - 28    16
13º Cartaxo            18     4     3    11    19 - 31    15
14º Benavente          18     1     1    16    13 - 36     4

Arrumada que está mais uma eliminatória da Taça do Ribatejo, em que se destaca o afastamento dos finalistas da época passada (os actuais detentores do troféu, Fazendense, e Riachense), assim como a inglória eliminação do União de Tomar, no desempate da marca de grande penalidade, no Cartaxo, voltamos a concentrar-nos no campeonato.

Com a I Divisão Distrital a atingir a 18.ª jornada, entrando-se portanto no derradeiro terço da prova, sobressai, em especial, o confronto entre Samora Correia e União de Tomar, dois clubes que repartem actualmente o 4.º posto, e com a mira ainda apontada a um lugar no pódio. As últimas vezes que samorenses e unionistas se cruzaram no principal escalão foi na já distante temporada de 2010-11, com dois desafios em Samora, tendo o União ganho um (por 3-2) e empatado o outro (1-1). Com os samorenses a parecer passar por alguma crise de resultados, com duas derrotas sucessivas, a última delas, precisamente, em casa, ante o Torres Novas, esta poderá ser uma boa oportunidade para os tomarenses arrecadarem os três pontos em disputa.

As ambições dos dois clubes anteriores na presente edição do campeonato estão também, de alguma forma, condicionadas pelo desempenho do Amiense, actual 3.º classificado, com curta vantagem de três pontos, que até poderá dissipar-se já por completo, em função de uma sempre difícil visita a Almeirim, para defrontar o União local, ainda invicto no seu reduto, onde mantém uma sensacional série de sete vitórias consecutivas. As duas formações apenas se defrontaram por uma vez, na época passada, então com igualdade a duas bolas.

Quanto aos dois primeiros classificados, actuam nos respectivos terrenos, sendo favoritos, mas devendo estar de pré-aviso, perante adversários que não lhes facilitarão a tarefa.

O comandante, Coruchense, recebe o Mação (6.º classificado, mas apenas um ponto abaixo de samorenses e unionistas), apontando o historial recente para o favoritismo da turma do Sorraia: nas três vezes em que se encontraram em Coruche, dos campeonatos de 2013 a 2015, o grupo da casa venceu por duas vezes, apenas tendo consentido uma derrota, no final de 2012 num contexto distinto, numa ocasião em que procurava então escapar à despromoção ao escalão secundário.

Por seu lado, o Riachense terá a visita de um motivado At. Ouriense, com 18 golos marcados em quatro jogos da Taça do Ribatejo. A surpresa poderá estar à espreita, numa ronda em que a turma de Riachos procura pôr cobro a uma série de quatro jogos sem ganhar para o campeonato, e superar o trauma da eliminação caseira na Taça. Caso contrário, a formação do Sorraia, ganhando, poderia começar a encomendar as faixas… Também neste caso estes dois clubes se defrontaram por três vezes em anos recentes, e, igualmente, com dois triunfos para os “donos da casa”, depois, de no primeiro encontro, em 2012-13, terem sido desfeiteados no seu terreno.

Determinante para outras contas – as da luta pela fuga à despromoção – poderá ser o Cartaxo-Pego, em que, a haver uma equipa derrotada, ficará certamente em má condição, não apenas pontual, mas, sobretudo, anímica. Vindo de desfechos diametralmente opostos na Taça, os pegachos debatem-se ainda com uma série muito negativa de quatro desaires sucessivos, não ganhando já há oito jogos. Na única vez em que os destinos destas equipas se cruzaram, já na distante temporada e 2010-11, o At. Ouriense não deixou então os seus “créditos por mãos alheias”, goleando por 7-0. Esta tarde, antecipa-se que possa repetir o triunfo, mas, certamente, por números mais modestos…

Envolvendo também um conjunto ainda a passar por algumas aflições, pese embora a boa recuperação que vem encetando, apenas tendo perdido um dos seis últimos jogos para o campeonato, os Empregados do Comércio deslocam-se a Torres Novas, com os torrejanos a almejar dar continuidade à sua fantástica série de 14 jogos consecutivos de invencibilidade, aspirando a continuar a subir na pauta classificativa. Curiosamente, o histórico recente de confrontos entre ambos os emblemas dá nota de algum equilíbrio, com dois empates (nos últimos dois anos) e uma vitória torrejana.

Por fim, o “lanterna vermelha” e já praticamente sentenciado Benavente recebe o Fazendense, também a carpir as mágoas da eliminação na Taça, mas que se perfila como favorito para este encontro. Estas duas formações já se defrontaram por seis vezes, nas seis épocas mais recentes, com duas vitórias dos benaventenses, um empate e três triunfos para o grupo de Fazendas de Almeirim.

(Texto da rubrica da Rádio Hertz, com a perspectiva da jornada – 12.02.2017)

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(“O Templário”, 09.02.2017)

Logo na primeira ronda a eliminar da Taça do Ribatejo (1/8 de final), ficaram pelo caminho os dois finalistas da temporada anterior (incluindo portanto o actual detentor do troféu, Fazendense), assim como – uma vez mais infeliz nesta competição, que nunca conseguiu conquistar –, o União de Tomar, caídos, respectivamente, às mãos de Amiense, Torres Novas e Cartaxo.

Destaques – Efectivamente, o grande destaque desta eliminatória vai para o triunfo do Torres Novas no “derby”, nos Riachos, batendo o Riachense, finalista da época passada, mercê de um solitário tento, devolvendo assim (precisamente por igual marca) a derrota que sofrera na fase de grupos desta mesma competição, em mais uma cabal demonstração de que não há dois jogos iguais. Os torrejanos, com uma campanha sensacional, depois de um arranque de pesadelo, ampliaram agora já para 14 o número de jogos sem derrota, mantendo a invencibilidade desde o passado dia 16 de Outubro, perfilando-se como um dos favoritos à conquista da taça.

Outra nota de realce vai para a categórica marca com que o Amiense, recebeu e bateu o detentor do troféu, Fazendense, ganhando por 3-0, apresentando-se portanto também como sério candidato à vitória final na prova, ainda a par do Coruchense,

Surpresas – A principal surpresa veio de Benavente, onde o “lanterna vermelha” da I Divisão, a confirmar a sua péssima temporada, agora já completamente desmobilizado de qualquer objectivo, que não o da salvaguarda da dignidade, foi goleado (0-3) pelo U. Santarém, único clube do escalão secundário a seguir em frente na prova, avançando já para os 1/4 de final. Um caso em que será maior a surpresa pelos números alcançados pelos escalabitanos que, propriamente, pela turma vitoriosa, dado estarmos perante duas formações com trajectórias de sentido inverso, que, possivelmente, trocarão de divisão na próxima época.

A outra surpresa foi a eliminação do União de Tomar, uma vez mais a experimentar grandes dificuldades na deslocação ao Cartaxo, onde raramente foi feliz – a última vitória aí alcançada pelos unionistas data já de Março de 2010 –, permitindo aos cartaxeiros adiantarem-se, por duas vezes, com os tomarenses sempre a correr “atrás do prejuízo”, acabando por conseguir ainda fixar o empate a duas bolas, já próximo do final do tempo regulamentar, numa partida em que, contudo, ficaram a dever a si próprios um resultado mais positivo.

Depois, no ingrato e inglório desempate da marca de grande penalidade, as coisas até começaram bem, com o guardião unionista (João Pedro Lopes) a defender o primeiro remate, mas os unionistas acabariam por desperdiçar os dois últimos pontapés (perdendo por 3-4), assim se vendo prematuramente afastados de uma prova na qual tinham legítimas aspirações. Afinal, o reverso do que sucedera na época passada, em que, defrontando este mesmo oponente, mas, nessa ocasião, com um plantel bastante mais forte do que o deste ano, fora então o União de Tomar a ser mais feliz na marca de grande penalidade.

Confirmações – Nos restantes desafios, o líder da I Divisão Distrital goleou o Pego por inequívoca marca de 6-2, depois de ter passado por uma fase de algum “adormecimento”, em que chegou a permitir ao adversário chegar à desvantagem mínima de 3-2; por seu lado, nos três outros encontros entre equipas de escalão diferente, os conjuntos da I Divisão confirmaram o seu natural favoritismo, também com o At. Ouriense a golear o Glória do Ribatejo (6-1) – com os oureenses, com um impressionante “score” de 18 golos marcados em quatro jogos na prova –, enquanto o U. Almeirim voltou a vencer fora do seu reduto, impondo-se por 2-0 na deslocação a Abrantes, frente à U. Abrantina; por fim, o Mação recebendo o líder da II Divisão, Moçarriense, terá passado por mais dificuldades que o expectável, ganhando por tangencial 1-0.

Antevisão – No próximo fim-de-semana, regressam os campeonatos distritais, com a 18.ª ronda na I Divisão, entrando-se portanto no último terço da prova, na qual sobressai, em especial, o confronto entre Samora Correia e União de Tomar, dois clubes que repartem actualmente o 4.º posto, e com a mira ainda apontada a um lugar no pódio. Isto, porque, por outro lado, o 3.º classificado, Amiense, terá uma difícil deslocação a Almeirim, para defrontar o União local.

Quanto aos dois primeiros classificados, actuam nos respectivos terrenos, sendo favoritos, mas devendo estar de pré-aviso, perante adversários que não lhes facilitarão a tarefa: o comandante, Coruchense, recebe o Mação (6.º classificado, mas apenas um ponto abaixo de samorenses e unionistas); enquanto o Riachense terá a visita de um motivado At. Ouriense. A surpresa poderá estar à espreita, numa ronda em que a turma de Riachos procura pôr cobro a uma série de quatro jogos sem ganhar para o campeonato, e superar o trauma da eliminação caseira na Taça. Caso contrário, a formação do Sorraia, ganhando, poderia começar a encomendar as faixas…

Determinante para outras contas poderá ser o Cartaxo-Pego, em que, a haver uma equipa derrotada, ficará certamente em má condição, não apenas pontual, mas, sobretudo, anímica.

Na II Divisão, a Norte, o destaque vai, por inteiro, para o Caxarias-U. Atalaiense, dois clubes que repartem o 2.º lugar, e em que, na eventualidade de novo triunfo do Caxarias, tal poderá traduzir um decisivo passo em frente para o apuramento para a segunda fase; a Sul, realce para os embates Moçarriense-Marinhais e U. Santarém-Benfica do Ribatejo, de maior responsabilidade para este último que, em caso de derrota, pode ver escapar as suas aspirações.

O Campeonato de Portugal dá início à sua segunda fase, com os dois clubes representantes do Distrito em patamares distintos: o Fátima, a disputar a série de apuramento de promoção (e de acesso à Final, para definição do Campeão), recebe precisamente o Operário de Lagoa (2.º classificado da sua série, na fase inicial); por seu lado, o Alcanenense, integrado na série de disputa da manutenção, jogando também no seu terreno, terá uma difícil visita, do Mafra.

(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 9 de Fevereiro de 2017)

Folga: Salvaterrense
U. Tomar – Samora Correia – 4-2
Amiense – U. Almeirim – 2-0
U. Atalaiense – CADE – 0-2
Moçarriense – Torres Novas – 2-3
Cartaxo – Fátima – 3-2

1º Amiense, 36; 2º U. Almeirim, 29; 3º Fátima, 27; 4º U. Tomar, 22; 5º Torres Novas, 20; 6º Salvaterrense e Moçarriense, 18; 8º CADE 16; 9º Cartaxo, 13; 10º Samora Correia, 10; 11º U. Atalaiense, 9

CARTAXO – Ricardo Diniz, Kiko, João Figueiredo, Bernardo Oliveira (c.), Tiago Vitoriano, Bruno Morgadinho (68m – Tiago Coutinho), Samuel Campino, Diogo Nogueira (61m – Ricardo Godinho), Daniel Capitão, Gonçalo Benavente e Rui Marchão

U. TOMAR – João Pedro Lopes, David Vieira, Espadinha (67m – Chrystian Pedroso), Fábio Vieira, Filipe Cotovio, Rui Silva (45m – Douglas Pissona), Nuno Rodrigues (c.), Telmo Ferreira (45m – Joca), Rui Pedro Lopes (76m – Miguel Arcângelo), Tiago Vieira e Diogo Moreira (76m – Vítor Félix)

(suplentes – Telmo Rodrigues e Lucas Nathan)

1-0 – João Figueiredo – 10m
1-1 – Tiago Vieira – 22m
2-1 – Diogo Nogueira – 51m
2-2 – Joca – 81m

Desempate da marca de grande penalidade:

Bernardo Oliveira possibilitou a defesa a João Pedro Lopes
0-1 – Nuno Rodrigues
1-1 – …
1-2 – Tiago Vieira
2-2 – …
2-3 – Miguel Arcângelo
3-3 – …
Douglas Pissona possibilitou a defesa a Ricardo Diniz
4-3 – Daniel Capitão
Chrystian Pedroso possibilitou a defesa a Ricardo Diniz

Cartões amarelos – Diogo Nogueira (45m); Nuno Rodrigues, Fábio Vieira (58m) e Joca (87m)

Árbitro – Tiago Graça

At. Ouriense – Glória do Ribatejo – 6-1
Riachense – Torres Novas – 0-1
Amiense – Fazendense – 3-0
Coruchense – Pego – 6-2
Cartaxo – U. Tomar – 2-2 (4-3 g.p.)
U. Abrantina – U. Almeirim – 0-2
Mação – Moçarriense – 1-0
Benavente – U. Santarém – 0-3

Intercalada apenas pela disputa de uma ronda dos campeonatos distritais, no passado fim-de-semana, está de volta, quinze depois, a Taça do Ribatejo, agora para realização da eliminatória correspondente aos 1/8 de final, na qual marcam presença 12 clubes do principal escalão, a que se somam quatro da divisão secundária.

Começando pelos desafios entre primodivisionários, teremos, como “cabeça de cartaz”, o “derby” Riachense-Torres Novas (um reencontro, depois de se terem defrontado já na ronda inaugural da fase de grupos, então com triunfo da turma de Riachos por 1-0).

Por seu lado, no histórico recente de confrontos entre estas formações, a contar para o campeonato, disputados em Riachos, o grupo da casa leva ligeira vantagem, tendo ganho também na época transacta (2-1), registando-se uma igualdade na última vez que se defrontaram, em meados de Dezembro do ano passado (1-1). Vindo de quatro empates sucessivos no campeonato, o Riachense, finalista da Taça no ano passado, pretenderá impor o factor casa; veremos se os torrejanos, que não perdem há 13 jogos (desde 16 de Outubro) estarão pelos “ajustes”.

De imediato, envolvendo dois tradicionais candidatos à presença na final da prova, temos também um aliciante desafio entre Amiense e Fazendense, tendo a turma da casa atingido as 1/2 finais na época anterior, enquanto o conjunto de Fazendas de Almeirim é o actual detentor do troféu, sendo aliás o clube mais titulado da competição, que venceu já por quatro vezes.

Tendo perdido os dois últimos jogos do campeonato (intercalando tal desaire com a vitória ante o líder da I Divisão, Coruchense, na última ronda da Taça do Ribatejo), o Fazendense enfrentará tarefa difícil para seguir em frente, num sempre problemático terreno, num confronto de extremo equilíbrio, como é traduzido aliás pelo historial recente no campeonato, com sete jogos entre ambos em Amiais de Baixo, nas últimas seis temporadas, com uma única vitória para cada lado, e cinco empates.

No Cartaxo, a equipa da casa volta a cruzar-se com o União de Tomar, tal como sucedera na época passada, na mesma fase da prova, então em Tomar, com os unionistas a saírem vencedores no desempate da marca de grande penalidade, depois de uma igualdade a um tento – ante uma forte equipa, que viria a terminar a época como vice-campeão distrital, apenas superada pelo Fátima.

Um desafio muito difícil para os tomarenses, que, nas últimas cinco vezes que se deslocaram ao Cartaxo, em jogos a contar para o campeonato, apenas por uma vez evitaram a derrota, empatando a duas bolas, em 2014-15. Já esta época, aí foram severamente punidos, perdendo por 3-0.

Agora, num contexto distinto, espera-se que o União possa fazer valer a sua maior tranquilidade, perante uma aflita equipa do Cartaxo, que tem denotado sérias dificuldades para se libertar da zona de despromoção, que, de forma absolutamente inesperada, ocupa actualmente, tendo ganho apenas um dos últimos nove jogos no campeonato (isto, apesar de, na Taça, ter averbado três triunfos em outros tantos jogos, pese embora frente a dois adversários do escalão secundário e ao “lanterna vermelha” da I Divisão).

Por fim, o líder do campeonato, Coruchense, perfila-se como amplamente favorito, recebendo o Pego, conjunto que tem vindo de mais a menos, com quatro derrotas sucessivas no campeonato, onde não consegue vencer há oito jogos. Estas duas equipas apenas se defrontaram, já na corrente temporada, em Coruche, então com triunfo da turma do Sorraia por 2-0.

Nos encontros entre clubes de escalão diferente, aquele que se perspectiva de maior equilíbrio é o Benavente-U.Santarém, dois clubes em rotas opostas, com os benaventenses a caminho de regressar à II Divisão, enquanto os escalabitanos visam a promoção.

Nos últimos anos, estas formações apenas por uma vez se encontraram na I Divisão, em 2014-15, empatando a uma bola. As duas turmas defrontaram-se também, na época passada, na fase de disputa do título de Campeão da II Divisão, que o Benavente viria aliás a conquistar, tendo vencido então por 2-1.

Nos restantes três jogos, o favoritismo recai nas equipas da I Divisão, sobretudo nos dois casos em que actuam em casa.

No At. Ouriense-Glória do Ribatejo, os oureenses não deverão deixar escapar a oportunidade de seguir em frente, e isto apesar da vocação pela Taça que vem sendo revelada pelo conjunto da Glória nas últimas edições desta competição. Não obstante, na única vez em que se encontraram na I Divisão, já em 2012-13, o marcador fixou-se num tangencial 3-2, a favor dos visitados.

O Mação recebe o Moçarriense, actual líder da sua série da II Divisão, tendo a seu favor um historial recente muito favorável, tendo vencido nas três vezes que as equipas se defrontaram em Mação, para o campeonato, com um “score” global de 12-4!

Finalmente, no U. Abrantina-U. Almeirim, os almeirinenses terão de superar a barreira de jogar fora de casa, condição em que ainda não conseguiram vencer, nesta época, no campeonato, registando um único triunfo, em Benfica do Ribatejo, em jogo da Taça. Na única vez que se defrontaram em Abrantes, na época passada, o U. Almeirim ganhou então por categórica marca de 4-1. Resta saber até que ponto o grupo da casa conseguirá ou não repetir a exibição personalizada que fez em Tomar, que lhe proporcionou concluir a fase de grupos com o mesmo número de pontos dos tomarenses.

(Texto da rubrica da Rádio Hertz, com a perspectiva da jornada – 05.02.2017)