Distrital


Salvaterrense – Ferreira Zêzere – 2-0
At. Ouriense – Mação – 5-3
Abrantes e Benfica – Fazendense – 0-2
Torres Novas – U. Tomar – 2-3
Cartaxo – Entroncamento AC – 1-0
Samora Correia – Amiense – 1-1
Águias Alpiarça – Fátima – 3-2
Alcanenense – Benavente – 3-0

                       Jg     V     E     D       G       Pt
 1º Fazendense          2     2     -     -     3 -  0     6
 2º Águias Alpiarça     2     2     -     -     5 -  3     6
 2º U. Tomar            2     2     -     -     5 -  3     6
 4º At. Ouriense        2     1     1     -     6 -  4     4
 5º Amiense             2     1     1     -     4 -  2     4
 6º Salvaterrense       2     1     1     -     3 -  1     4
 7º Alcanenense         2     1     -     1     3 -  1     3
 8º Entroncamento AC    2     1     -     1     4 -  3     3
 9º Cartaxo             2     1     -     1     2 -  3     3
10º Ferreira Zêzere     2     1     -     1     1 -  2     3
11º Samora Correia      2     -     2     -     1 -  1     2
12º Fátima              2     -     1     1     2 -  3     1
13º Torres Novas        2     -     -     2     4 -  7     -
14º Mação               2     -     -     2     3 -  6     -
15º Abrantes e Benfica  2     -     -     2     1 -  4     -
16º Benavente           2     -     -     2     1 -  5     -

(“O Templário”, 22.09.2022)

Duas igualdades e quatro triunfos tangenciais deram a primeira nota do equilíbrio que se antecipa para esta temporada, a nível do Distrital da I Divisão da Associação de Futebol de Santarém. Assinala-se, na estreia, o desempenho positivo dos emblemas recém-promovidos ao principal escalão, com duas vitórias (uma delas a única obtida extra-muros) e um empate.

Destaques – Os primeiros destaques da temporada, nesta ronda inaugural, vão para os triunfos de U. Tomar e Fazendense (2.º e 3.º classificados no campeonato findo), face a adversários de poderio comparável, respectivamente, Abrantes e Benfica (pese embora o 9.º posto em 2021-22) e Mação (5.º), também eles candidatos aos lugares cimeiros da prova.

Começando pelo Fazendense, um golo madrugador, logo ao 2.º minuto, foi quanto bastou para garantir a vitória, perante a incapacidade de ripostar dos maçaenses. Tal como na época passada, o grupo das Fazendas entra na competição com o “pé direito”, mostrando “ao que vem”.

Quanto ao U. Tomar, afigura-se que o resultado terá sido melhor do que a exibição. Os tomarenses procuraram assumir a iniciativa, mas os abrantinos, bastante consistentes, repartiram o jogo.

A turma unionista chegaria à vantagem mesmo a findar o primeiro tempo, mas, na etapa complementar, os visitantes controlaram, justificando o tento do empate, alcançado logo nos minutos iniciais, por João Marchão (jogador que fizera a segunda metade da temporada anterior em Tomar), tendo, adicionalmente, ameaçado marcar de novo, com a bola a embater nos ferros.

Só já, de novo, na parte final, beneficiando então de melhor condição física, os locais chegariam ao golo da vitória (2-1), num desafio em que, ao contrário do sucedido na semana anterior, tiveram bom nível de eficácia. Quanto ao Abrantes e Benfica promete ser competidor à altura.

Realce ainda para o Entroncamento AC, especialmente pela veia goleadora demonstrada, ganhando, neste seu regresso à I Divisão Distrital, por 4-2, na recepção ao Torres Novas – depois de, num único minuto, ter chegado a vantagem de 2-0, vindo a consentir o restabelecer da igualdade, para, no último quarto de hora, repor a diferença de dois tentos a seu favor –, assumindo, por isso, e para já, a condição de (inesperado) líder.

Surpresas – As surpresas desta jornada inicial terão sido, em primeiro lugar, a vitória (2-1) averbada pelo Águias de Alpiarça (outro recém-promovido, comandado por Jorge Peralta), no terreno do Benavente; e, por outro lado, o empate (1-1) caseiro cedido pelo At. Ouriense face ao Salvaterrense – isto, pese embora se trate de dois clubes que terminaram o campeonato anterior igualados pontualmente, respectivamente no 11.º e 12.º lugares da tabela final.

Confirmações – O Amiense – com o reforço de alguns elementos que, recentemente, se sagraram Campeões Distritais em Rio Maior – confirmou o favoritismo de que era creditado, face à jovem formação do Cartaxo, ganhando por 3-1, repartindo, pois, a liderança com o Entroncamento. O grupo de Amiais de Baixo passou ainda por um pequeno “susto”, quanto, a abrir o segundo tempo, os cartaxeiros empataram a contenda, não tendo, contudo, conseguido suster a ofensiva contrária.

Também o muito reforçado Ferreira do Zêzere saiu vencedor ante o Alcanenense, pese embora mercê de um solitário golo, obtido também logo no recomeço (um remate potente e colocado, desferido à entrada da área), depois do nulo registado ao intervalo. Os ferreirenses, que se apresentam com forte ambição nesta temporada, desperdiçaram ainda ocasião soberana, não tendo convertido uma grande penalidade de que beneficiaram.

Por fim, o Fátima (clube regressado à divisão principal, depois de se ter visto forçado a recomeçar a competição pelo escalão secundário, de que conquistou o título de Campeão na última época), contando também com reforços angariados junto do Campeão Distrital da Associação de Futebol de Leiria (União da Serra) e o Samora Correia (notável 4.º classificado em 2021-22) neutralizaram-se, não tendo conseguido desfazer o nulo, repartindo, portanto, os pontos.

Campeonato de Portugal – Não começou bem esta competição de índole nacional para os três representantes do Distrito: U. Santarém (despromovido da Liga 3), Coruchense (que assegurou a manutenção no Campeonato de Portugal) e Rio Maior SC (Campeão Distrital, promovido aos Nacionais) – nenhum tendo conseguido vencer, tendo, aliás, somado dois desaires.

Terá surpreendido mais a derrota sofrida pelo U. Santarém em Castelo Branco, ante o Benfica local, por 1-0, pese embora os albicastrenses sejam equipa a levar em conta nesta prova.

Já a vitória (2-1) do Marinhense na recepção ao Coruchense, apenas foi obtida mesmo “ao cair do pano”, depois de os homens do Sorraia terem mantido o empate até aos derradeiros instantes.

Por seu lado, o Rio Maior SC, em jogo de estreia a este nível competitivo, recebendo o Sintrense, deixou escapar também o que teria sido uma importante vitória, nos cinco minutos finais, terminando com um empate a duas bolas – isto depois de ter operado reviravolta no marcador.

Antevisão – A 2.ª jornada da I Divisão Distrital apresenta-se repleta de embates de forte interesse.

Desde logo, os desafios envolvendo equipas com aspirações aos lugares da frente, como serão o Abrantes e Benfica-Fazendense e o Samora Correia-Amiense.

Por seu lado, U. Tomar e Ferreira do Zêzere enfrentarão saídas que não deixarão de constituir importantes testes: os tomarenses visitam Torres Novas, para reeditar o maior clássico do Distrito, defrontando-se, em jogos oficiais, a contar para campeonatos e taças (de Portugal e do Ribatejo), pela 97.ª vez; os ferreirenses vão de longada até ao sul do Distrito, a Salvaterra de Magos.

Salienta-se ainda o At. Ouriense-Mação (por inversão da ordem do sorteio), assim como a curiosidade do reencontro entre Águias de Alpiarça e Fátima, que, na última temporada, disputaram, praticamente até ao fim, o título de Campeão da II Divisão Distrital.

O Campeonato de Portugal terá também a sua segunda ronda, com o aliciante do confronto entre Coruchense e Rio Maior – por curiosidade, os dois últimos vencedores do Campeonato Distrital –, perfilando-se o U. Santarém com claro favoritismo, na recepção ao Arronches e Benfica.

Deverá atentar-se que, dos 14 clubes que compõem cada uma das quatro séries na presente edição, apenas os dois primeiros se qualificam para a fase final, de promoção e apuramento de Campeão, sendo que os seis últimos de cada série serão automaticamente despromovidos aos regionais.

(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 22 de Setembro de 2022)

U. TOMAR – Ivo Cristo, Fábio Luzio, Siaka Bamba (c.), Henrique Matos, Herivandro “Ivan” Banora (62m – Douglas Pissona), José “Zé” Maria, Guilherme Camargo (62m – Joaquim “Quim Zé” Batim), Leandro Filipe, Pedro Pires (84m – Guilherme Nunes), Anderson Nascimento (75m – José Charles Mendes) e Wemerson Silva

(suplentes – Rodrigo Neves, “Kiko” e Diogo Ismail)

Abrantes e BenficaABRANTES E BENFICA – Ricardo Canais, Miguel Catarino, Pedro Gonçalves, António Matos (c.), Rui Sousa, Diogo Mateus (85m – Pedro Damas), Pedro Lourenço (85m – Luís Pereira), Afonso Parreira (76m – Diogo Santos “Barrocas”), Tomás Sentieiro, Miguel Fernando “Seninho” e João Marchão

1-0 – Guilherme Camargo – 45m
1-1 – João Marchão – 50m
2-1 – Joaquim “Quim Zé” Batim – 80m

Cartões amarelos – Siaka Bamba (54m) e Wemerson Silva (90m); Tomás Sentieiro (42m), Pedro Damas (90m) e Miguel Catarino (90m)

Árbitro – João Fonseca

At. Ouriense – Salvaterrense – 1-1
Fazendense – Mação – 1-0
U. Tomar – Abrantes e Benfica – 2-1
Entroncamento AC – Torres Novas – 4-2
Amiense – Cartaxo – 3-1
Fátima – Samora Correia – 0-0
Benavente – Águias Alpiarça – 1-2
Ferreira Zêzere – Alcanenense – 1-0

                       Jg     V     E     D       G       Pt
 1º Entroncamento AC    1     1     -     -     4 -  2     3
 2º Amiense             1     1     -     -     3 -  1     3
 3º Águias Alpiarça     1     1     -     -     2 -  1     3
 3º U. Tomar            1     1     -     -     2 -  1     3
 5º Fazendense          1     1     -     -     1 -  0     3
 5º Ferreira Zêzere     1     1     -     -     1 -  0     3
 7º At. Ouriense        1     -     1     -     1 -  1     1
 7º Salvaterrense       1     -     1     -     1 -  1     1
 9º Fátima              1     -     1     -     0 -  0     1
 9º Samora Correia      1     -     1     -     0 -  0     1
11º Abrantes e Benfica  1     -     -     1     1 -  2     -
11º Benavente           1     -     -     1     1 -  2     -
13º Alcanenense         1     -     -     1     0 -  1     -
13º Mação               1     -     -     1     0 -  1     -
15º Torres Novas        1     -     -     1     2 -  4     -
16º Cartaxo             1     -     -     1     1 -  3     -

Melhores marcadores:

1º Alexandre Almeida (Entroncamento AC) – 2
1º João Costa (Entroncamento AC) – 2

(“O Templário”, 15.09.2022)

No arranque da nova temporada, com o início da 83.ª edição da “prova rainha” – correspondendo, em paralelo, à 100.ª edição de provas a eliminar de âmbito nacional, desde a criação, em Junho de 1922, do então designado “Campeonato de Portugal”, disputado em moldes idênticos, durante 17 épocas –, não tendo estado propriamente mal, a verdade é que, das quatro equipas do Distrito que disputaram a eliminatória inaugural da Taça de Portugal, apenas uma (U. Santarém) logrou avançar para a ronda seguinte.

Nesta jornada inicial tinham ido a sorteio 118 clubes (21 da Liga 3, excluindo-se as três equipas “B”, de Sporting, Sp. Braga e V. Guimarães; 54 do actual Campeonato de Portugal; e 43 dos Distritais), tendo ficado isentos 34 emblemas (entre eles os históricos Belenenses, Académica, V. Setúbal, Atlético e Fabril), sendo que também o Coruchense beneficiou de tal sorte.

Entraram, pois, em campo, os outros quatro representantes do Distrito: U. Santarém e Rio Maior SC (clubes que militam, nesta época de 2022-23, no Campeonato de Portugal), U. Tomar (vice-campeão distrital) e Fazendense (na sua condição de vencedor da Taça do Ribatejo).

Destaque – Reencontrando um adversário que não defrontava há mais de duas décadas (o último desafio entre ambos datava já de 1999), o U. Tomar deslocou-se a Pombal, oponente frente ao qual tinha um histórico animador a nível da Taça, com duas eliminatórias ganhas, nas temporadas de 1994-95 (1-0 em Pombal, a favor dos unionistas) e de 1995-96 (2-0 em Tomar).

Frente a um rival de escalão idêntico, o Sp. Pombal, também vice-campeão distrital, na Associação de Futebol de Leiria, as coisas até começaram bem, com os tomarenses a assumir, desde cedo, o controlo do jogo, colocando-se em vantagem à passagem dos vinte minutos, com um tento de Wemerson Silva (já o 4.º melhor marcador de sempre do União, com um total de 67 golos apontados), a estrear-se a marcar nesta competição nacional.

Ao intervalo o técnico dos pombalenses procurou inverter o rumo dos acontecimentos, operando três substituições de assentada, mas a tendência de jogo não se alteraria substancialmente, tendo os nabantinos desperdiçado ocasião de ampliar a contagem. Aguardava-se já o derradeiro apito do árbitro, mesmo a findar o 5.º e último minuto do tempo de compensação, quando a equipa da casa viria a conseguir restabelecer a igualdade, a uma bola, forçando assim o prolongamento.

O U. Tomar tivera o “pássaro na mão”, mas deixou-o escapar. No tempo extra, os visitantes, exibindo superior condição, tiveram ainda o benefício de se ver em superioridade numérica, logo aos seis minutos, situação que, contudo, perduraria por escassos dez minutos. Quando se esperaria que os tomarenses aproveitassem para sentenciar o desfecho da eliminatória, tendo sido desperdiçada essa outra situação vantajosa, as duas equipas acabariam como que por “conformar-se” com a decisão da marca de grande penalidade, evitando correr maiores riscos.

Nesse desempate – tal como ocorrera no momento derradeiro do tempo regulamentar, e, de novo, já no prolongamento – voltou a faltar alguma “fortuna” aos unionistas: o seu guardião, Ivo Cristo, defendera já, no final da primeira parte do jogo, uma grande penalidade; agora, seria a vez do guarda-redes local sair como herói, detendo todas as três tentativas dos nabantinos, em absoluto contraponto aos três remates com êxito dos pombalenses.

O U. Tomar foi a única das 42 equipas eliminadas da Taça de Portugal, nesta 1.ª eliminatória, que não foi derrotado dentro de campo, nos 120 minutos do tempo (extraordinário) de jogo…

Confirmações – Os outros três clubes do Distrito confirmaram a tendência esperada, com duas eliminações, ante adversários de escalão superior, e um apuramento, face a rival de nível abaixo.

O Rio Maior SC – na sua estreia em desafios de provas de âmbito nacional, após curta passagem de três temporadas na II Divisão Distrital e outras tantas no principal escalão do Distrito, de que acabou de se sagrar Campeão, isto desde a fundação do clube em Julho de 2016 – tinha a exigente tarefa de se deslocar ao terreno do Alverca, da Liga 3 (equipa que perdera recentemente, em play-off disputado com o Sp. Covilhã, a possibilidade de promoção à II Liga), acabando por ser desfeiteado, com alguma naturalidade, por 2-0.

Também o Fazendense, na sua 15.ª presença na Taça de Portugal, não conseguiu aumentar o seu curto pecúlio de seis triunfos na competição, sendo derrotado, em Sintra, pelo Sintrense (do Campeonato de Portugal), pese embora por tangencial 1-0.

Já o U. Santarém, recebendo a visita de opositor de escalão inferior, Gavionenses (apenas 4.º classificado na última edição do Distrital de Portalegre, tendo, não obstante, conquistado a respectiva Taça), venceu por escasso 1-0, em tarde deveras perdulária, frente a um opositor que, pela sétima vez em outras tantas presenças, foi afastado na ronda inicial da Taça de Portugal.

Num balanço, em termos gerais, uma eliminatória com desfechos muito de acordo com a lógica, com o Juventude de Évora a ter a honra de ser o único a conseguir afastar adversário de escalão superior, batendo, por categórico 3-0, o Moncarapachense, da Liga 3.

Foram apurados 13 clubes da Liga 3 (mais sete que tinham ficado isentos no sorteio) – o único eliminado foi o referido emblema algarvio –, 24 do Campeonato de Portugal (mais os 14 isentos) e cinco do Distrital (mais 13 isentos); aos quais se juntarão, na 2.ª ronda, 16 da II Liga.

Antevisão – Após este “aperitivo”, começa no fim-de-semana mais uma edição do Distrital da I Divisão, competição sempre de renovado interesse, esta época com várias agremiações a apostar forte, num contexto em que, em paralelo, não houve qualquer despromoção do Nacional.

De entre as equipas melhor posicionadas na última temporada, o U. Tomar (2.º) abre a prova com a recepção ao credenciado Abrantes e Benfica, que, a par com o Fazendense-Mação (opondo o 3.º e 5.º classificados do último campeonato) merecem honras de cartaz da jornada.

Samora Correia (4.º) e Torres Novas (6.º) deslocam-se ao reduto de dois dos recém-promovidos ao principal escalão, Fátima (aureolado com o título de Campeão da II Divisão Distrital) e Entroncamento AC; cabendo ao outro promovido, Águias de Alpiarça, visitar Benavente.

Em Amiais de Baixo encontram-se dois dos clubes com maior historial, Amiense e Cartaxo. Por seu lado, o Ferreira do Zêzere, a prometer grande ambição, em função dos significativos reforços angariados, recebe outro dos clubes de maiores pergaminhos, o Alcanenense.

Por fim, a partida entre At. Ouriense e Salvaterrense será a primeira oportunidade de ambos para começar a somar importantes pontos visando um campeonato o mais “tranquilo” possível.

(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 15 de Setembro de 2022)

Realizou-se na sexta-feira, dia 19, o sorteio do Campeonato Distrital da I Divisão da época 2022-23, o qual tem início agendado para o próximo dia 18 de Setembro, mantendo-se o formato dos nove anos anteriores, no tradicional sistema de “todos contra todos”, numa única fase. É o seguinte o alinhamento dos jogos da 1.ª jornada:

At. Ouriense – Salvaterrense
Fazendense – Mação
U. Tomar – Abrantes e Benfica
Entroncamento AC – Torres Novas
Amiense – Cartaxo
Fátima – Samora Correia
Benavente – Águias Alpiarça
Ferreira Zêzere – Alcanenense

Nas rondas seguintes, o U. Tomar defrontará, sucessivamente, as equipas do: Torres Novas, Cartaxo, Samora Correia, Águias Alpiarça, Alcanenense, Benavente, Fátima, Amiense, Entroncamento AC, Ferreira Zêzere, Fazendense, At. Ouriense, Salvaterrense e Mação (última jornada prevista para 21 de Maio de 2023, em Tomar).

(“O Templário”, 09.06.2022)

O Fazendense sagrou-se vencedor da “Prova Rainha” da Associação de Futebol de Santarém, a Taça do Ribatejo, ao superar (no desempate da marca de grande penalidade) na Final o Abrantes e Benfica, conquistando o seu quinto troféu – quarto nas últimas dez edições –, destacando-se ainda mais como clube com maior número de triunfos nesta competição.

Destaque – Tendo concluído o campeonato num assertivo 3.º lugar – impondo ao novo Campeão (Rio Maior) a única derrota sofrida em toda a temporada, ganhando igualmente, no seu reduto, ao vice-campeão (U. Tomar) – o Fazendense perfilava-se como favorito para esta final, perante uma formação do Abrantes e Benfica que, aquém das expectativas, se quedara por modesta 9.ª posição no Distrital.

No Domingo, outra vez em horário matinal (início do desafio pelas 11 horas), em Santarém, no Campo Chã das Padeiras, estavam decorridos apenas os dez minutos iniciais quando os abrantinos se colocaram em vantagem no marcador. Mas os homens das Fazendas ripostaram de pronto, restabelecendo a igualdade somente mais um quarto de hora volvido.

Num jogo repartido, com alternância de momentos de superioridade de cada uma das equipas, o desfecho podia ter pendido para um ou outro lado, mas o “placard” acabaria por não se alterar até final da segunda parte, ainda assim com o Fazendense a parecer mais satisfeito com o resultado.

Não estando prevista no regulamento a realização de prolongamento, avançou-se de imediato para o desempate da marca de grande penalidade: ambas as formações falharam a respectiva segunda tentativa, permitindo a defesa aos jovens guardiões Ricardo Canais e João Sardinha, tendo, portanto, a primeira série de cinco remates terminado com um empate a 4-4. No sexto pontapé do Abrantes e Benfica, Sardinha conseguiu nova defesa, com a bola a ressaltar para o poste, dando início à festa dos homens das Fazendas, que assim consumavam a vitória (5-4).

Ausente da final desde 2016, o Fazendense – que, para chegar a esta partida decisiva, eliminara o Porto Alto e o Benavente (em ambos os casos ganhando por 2-1, em terreno alheio), assim como, nos quartos-de-final, o vencedor do campeonato, Rio Maior (também no desempate da marca de grande penalidade), e, nas meias-finais, o Amiense – repete as conquistas de 2012, 2014 e 2016 (a que soma ainda a vitória alcançada na edição de 2006).

No palmarés da competição, após as 44 edições entretanto concluídas, o emblema das Fazendas de Almeirim soma agora, pois, cinco títulos conquistados, seguido por um quarteto (constituído por Tramagal, Riachense, Amiense e Coruchense), cada um com três troféus, e um pequeno “pelotão” de sete clubes, cada qual com duas vitórias na Taça do Ribatejo.

O Fazendense acompanhará assim o U. Tomar (para além de U. Santarém, Coruchense e Rio Maior – clubes que disputarão o Campeonato de Portugal) na próxima edição da Taça de Portugal, formando o contingente em representação do Distrito.

Campeonato de Portugal – Numa Final, disputada no sábado no Estádio do Jamor, bastante mais desequilibrada do que seria expectável, o Paredes sagrou-se Campeão, goleando o Fontinhas (vencedor da Zona Sul) por categórico 4-0, tirando partido de, praticamente, ter entrado a ganhar, inaugurando o marcador longo nos segundos iniciais – vindo a ampliar a marca com mais três tentos averbados no segundo tempo (o último deles, aliás, já em período de compensação).

As equipas do Paredes, Länk Vilaverdense, Fontinhas e Moncarapachense (dois primeiros de cada uma das séries da fase final) garantiram a promoção à Liga 3, para a próxima época, de 2022-23 – subsistindo ainda pendente a confirmação da atribuição de uma eventual quinta vaga de subida ao Belenenses (3.º classificado da Zona Sul), por presumível impedimento de inscrição do Cova da Piedade em provas de âmbito nacional.

Antevisão – Para concluir a temporada a nível distrital restam apenas por disputar – para além da Supertaça Dr. Alves Vieira (que é retomada, após dois anos de interrupção), agendada já para o feriado, de dia 10 de Junho, colocando frente-a-frente o Campeão, Rio Maior, e o vencedor da Taça, Fazendense – as três últimas rondas da fase final do campeonato da II Divisão, agendadas para os próximos dias 12, 16 e 19 de Junho.

Com o Águias de Alpiarça isolado na liderança, dispondo de vantagem de três pontos sobre o Entroncamento AC, e de uma importante margem, já de cinco pontos, em relação a Moçarriense e Fátima, são, pois, ainda quatro os candidatos, em acesa disputa pelas três vagas disponíveis de promoção ao escalão principal.

Os alpiarcenses, sob o comando técnico de Jorge Peralta, poderão até, desde já, carimbar a subida à I Divisão Distrital (campeonato de que estão arredados há quinze épocas) no próximo fim-de-semana, caso confirmem o favoritismo que lhes é creditado, na recepção ao Espinheirense, e venham a somar os três pontos em jogo.

Por seu lado Moçarriense e Entroncamento AC terão um embate de crucial importância na definição do posicionamento final, enquanto o Fátima procurará manter-se também na discussão, para o que será importante ganhar no terreno do Forense.

Nas duas derradeiras jornadas sobressaem ainda os seguintes três confrontos, entre candidatos, nos quais tudo se deverá decidir: Fátima-Moçarriense, Entroncamento AC-Águias de Alpiarça (9.ª ronda) e, a fechar esta fase de apuramento de Campeão, o Águias de Alpiarça-Fátima.

Quanto ao “Pulsar do Campeonato”, após um total de 300 artigos publicados, ao longo de quase dez anos (desde Novembro de 2012), entrará agora em período de “férias”…

(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 9 de Junho de 2022)

(“O Templário”, 02.06.2022)

Chegou ao seu termo o Campeonato Distrital da I Divisão da Associação de Futebol de Santarém, após uma maratona de mais de oito meses, com a consagração do Rio Maior SC como Campeão Distrital, sendo, consequentemente, promovido ao Campeonato de Portugal. Por seu lado, o U. Tomar, tendo disputado a par e passo o 1.º lugar, termina a prova estabelecendo um “record”, com um novo máximo histórico de golos marcados (87) em campeonatos pelo clube!

Destaques – Numa ronda final (30.ª) em que se volta a registar um significativo número de golos (total de 36, correspondente a uma média de 4,5 golos / jogo), a melhor operação foi a realizada pelo Torres Novas, que, batendo o Abrantes e Benfica por 3-2, fechando o campeonato com cinco vitórias sucessivas – e beneficiando de favorável conjugação de resultados dos seus rivais directos (Alcanenense e Benavente, ambos derrotados) – ascendeu a um bastante positivo 6.º lugar.

Entre os torrejanos o destaque maior tem, necessariamente, de ir para Miguel Miguel, melhor marcador da competição, com um excelente total de 32 golos apontados (mesmo tendo estado ausente, por impedimento, em alguns dos jogos da sua equipa).

O U. Tomar voltou a golear (pela quinta vez nas seis últimas jornadas), impondo-se ao Amiense por categórico 4-0, com o treinador Marco Marques a somar, em cinco jogos disputados sob a sua responsabilidade, quatro triunfos e um empate, com um fantástico “score” agregado de 23-2!

Os unionistas completam uma notável campanha, com 23 vitórias e 2 empates, e o referido total de 87 golos marcados – superando assim o anterior registo mais elevado na história do clube (85 golos – em 1973-74, na II Divisão Nacional, em 38 jornadas; e em 1987-88, no Distrital).

A nível de vitórias em campeonatos só por duas vezes os tomarenses tinham conseguido número superior ao desta época (23), nessas mesmas temporadas (respectivamente, 26 e 24), tendo, pois, suplantado a marca de 22 triunfos obtida aquando da conquista do último título de Campeão Distrital, em 1997-98, assim como foi, agora, igualmente superado o total de pontos (71, face aos 70 então averbados). A pontuação deste ano é, também, o máximo absoluto do União, com a ressalva de que, em 1973-74 e 1987-88 as vitórias apenas valiam dois pontos, equivalendo, no sistema actual de pontuação, respectivamente, a 85 pontos (em 38 jogos) e 76 pontos (30 jogos).

Perante estes números muito bons do emblema nabantino, só um “estratosférico” Rio Maior se conseguiu sobrepor, com 25 vitórias e 4 empates – apenas tendo sofrido uma única derrota, nas Fazendas de Almeirim –, totalizando a sensacional marca de 79 pontos (também um “record” histórico, igualando o desempenho do Abrantes FC na época de 2002-03). Em termos relativos apenas o Fátima registou melhor média, com 24 vitórias e 2 empates (nas 26 rondas de 2015-16).

Os riomaiorenses concluíram a prova com 86 golos marcados – após os 5-0 aplicados ao Glória do Ribatejo, na derradeira ronda –, mas a “chave do sucesso” terá estado, sobretudo, na robustez da sua defesa, tendo consentido apenas 14 golos (menos de “meio golo” por jogo) – números apenas superados pelos abrantinos, na temporada referida (91-12 em golos marcados e sofridos).

Na última jornada realce ainda para o triunfo do Fazendense, derrotando o Samora Correia por 3-0 – num embate entre o 3.º e 4.º classificados –, com os homens das Fazendas a “puxar pelos galões”, interrompendo uma excelente série de nove vitórias consecutivas dos samorenses.

Também o 5.º classificado, Mação, se impôs no reduto do Alcanena, vencendo por 3-2 (tendo chegado inclusivamente a dispor de vantagem de três golos), o que resultou na ultrapassagem do Alcanenense pelo Torres Novas, baixando, assim, o grupo do Alviela, ao 7.º posto.

Confirmações – Numa ronda sem grandes surpresas, confirmaram-se também, nos restantes três encontros, as expectativas, com triunfos do At. Ouriense ante o Benavente (que caiu para o 8.º lugar), por 3-0; do Salvaterrense frente ao Cartaxo (5-3), ocupando estes dois clubes a 12.ª e 13.ª posições; e do Ferreira do Zêzere, batendo por tangencial 2-1 o U. Almeirim, respectivamente 14.º e 15.º classificados, mas separados por significativa diferença de 13 pontos – culminando na manutenção dos ferreirenses e, ao invés, na segunda despromoção sucessiva dos almeirinenses.

II Divisão Distrital – Passo a passo, quase “sem se dar por ela”, a equipa do Águias de Alpiarça está cada vez mais perto de concretizar o objectivo da subida de escalão.

Desta feita, um convincente triunfo (3-1) frente ao “invencível” Moçarriense da primeira fase (o qual somou, agora, segunda derrota), mantendo cinco pontos de vantagem sobre o 4.º classificado, faltando 3 jornadas (sendo que 3.º e 4.º, Moçarriense e Fátima, terão ainda de se defrontar).

Por seu lado, as formações do Entroncamento AC e do Fátima cumpriram também as suas missões na 7.ª ronda, derrotando, respectivamente, o Forense (2-0) e o Espinheirense (2-1, no Espinheiro).

Liga 3 – Derrotado por 2-0 na Covilhã (depois do nulo registado em casa), o Alverca não conseguiu ter êxito no “play-off” final de acesso à II Liga, pelo que subsistirá, na próxima temporada, na Liga 3. Apenas os vencedores de cada uma das duas séries, Torreense e Oliveirense, garantiram a promoção, por troca com os despromovidos Varzim e Académica.

Campeonato de Portugal No derradeiro dia da fase final, a nota mais marcante foi o desaire sofrido pelo Belenenses, em pleno Estádio do Restelo, perdendo por 0-1 ante o Moncarapachense. A turma algarvia assegurou, assim, a subida directa à Liga 3, acompanhando o Fontinhas.

Quanto ao Belenenses (3.º classificado da Zona Sul – tendo somado mais pontos que o 3.º classificado da Zona Norte, Leça), estará dependente da conclusão / confirmação do processo relativo à não-aceitação da inscrição do Cova da Piedade, cuja SAD, em diferendo com o clube, falhou o processo de certificação dos escalões de formação, não estando licenciada para competir em provas nacionais, abrindo, nesse caso, uma vaga adicional de promoção à Liga 3.

A Norte, a vitória (1-0) do Paredes ante o São Martinho foi o suficiente para garantir o 1.º lugar, perante os nulos registados nas outras duas partidas, com o Länk Vilaverdense a acompanhar os paredenses na subida de divisão. Neste Domingo, no Estádio do Jamor, Paredes e Fontinhas disputarão a Final, para apuramento do Campeão.

Antevisão – A nível distrital – e findo o campeonato principal – este fim-de-semana está reservado à disputa da Final da Taça do Ribatejo (também no Domingo, em Santarém, no Campo Chã das Padeiras), colocando frente-a-frente o Fazendense (clube mais titulado na competição, já com quatro troféus conquistados – em 2006, 2012, 2014 e 2016) e o Abrantes e Benfica, que se estreia no jogo decisivo, o qual, por natureza, se apresenta de prognóstico “em aberto”.

O Distrital da II Divisão apenas será retomado a 12 de Junho (com a realização da 8.ª e antepenúltima jornada), com as duas rondas finais agendadas para os dias 16 e 19 seguintes.

(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 2 de Junho de 2022)

Lista dos melhores marcadores do União de Tomar nas últimas 13 épocas:

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Podem consultar-se aqui as diversas “Curiosidades estatísticas” publicadas.

Lista dos jogadores que totalizaram mais de 4.500 minutos (o equivalente teórico a 50 “jogos completos”) em desafios do União de Tomar nas últimas 13 épocas:


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Lista dos jogadores que disputaram mais de 60 jogos pelo União de Tomar nas últimas 13 épocas:

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Dados relativos a cada jogador do União de Tomar na época de 2021-22: (a) total de minutos jogados; (b) número de jogos disputados; (c) número de jogos no banco (suplente não utilizado); (d) total de golos marcados / sofridos (guarda-redes); (e) número de cartões amarelos; e (f) número de cartões vermelhos:


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Torres Novas.......10        Alferrarede...... 3        Fazendense....... 2
U. Oper. Santarém.. 8        Marinhais........ 3        Fátima........... 2
Tramagal........... 7        Samora Correia... 3        Águias Alpiarça.. 1
Ac. Santarém....... 6        U. Almeirim...... 3        Abrantes FC...... 1
Os Leões Santarém.. 5        U. Rio Maior..... 3        Monsanto......... 1
União Tomar........ 5        Coruchense....... 3        Ouriquense....... 1
Ferroviários....... 5        Rossiense........ 2        At. Ouriense..... 1
Cartaxo............ 4        Matrena.......... 2        Mação............ 1
Alcanenense........ 4        Amiense.......... 2        U. Santarém...... 1
Riachense.......... 4        Benavente........ 2        Rio Maior SC..... 1

U. TOMAR – Francisco Esteves, Fábio Luzio (45m – David Vieira), Luís Caetano “Espadinha” (71m – João Marchão), Filipe Cotovio, Douglas Pissona, Henrique Matos, Leandro Filipe (62m – Siaka Bamba), Diogo Ismail (45m – Pedro Pires), Anderson Nascimento (62m – Wemerson Silva), Tiago Vieira e Chrystian Pedroso

(suplentes – Ivo Cristo e Guilherme Graça)

AMIENSE – Francisco Silva, Fábio Marques, João Costa “Costinha”, Gabriel Amâncio, Ricardo Peralta, Francisco Pereira (87m – Ricardo Rafael), Fábio Dâmaso (56m – Rafael Baptista), Ricardo Ferreira (56m – João Cambé), Diogo Pereira (87m – João Lista), Rodrigo Lucas e Cristiano Aniceto

1-0 – Chrystian Pedroso – 28m
2-0 – Tiago Vieira – 41m
3-0 – Anderson Nascimento – 52m
4-0 – Pedro Pires – 87m

Cartões amarelos – Pedro Pires (71m), Wemerson Silva (80m) e David Vieira (90m); Fábio Dâmaso (35m)

Árbitro – Pedro Mendes

Fazendense – Samora Correia – 3-0
Alcanenense – Mação – 2-3
Rio Maior SC – Glória Ribatejo – 5-0
At. Ouriense – Benavente – 3-0 (28.05.2022)
U. Tomar – Amiense – 4-0
Torres Novas – Abrantes e Benfica – 3-2
Salvaterrense – Cartaxo – 5-3
Ferreira Zêzere – U. Almeirim – 2-1

                       Jg     V     E     D       G       Pt
 1º Rio Maior SC       30    25     4     1    86 - 14    79
 2º U. Tomar           30    23     2     5    87 - 32    71
 3º Fazendense         30    18     5     7    64 - 36    59
 4º Samora Correia     30    14    10     6    54 - 43    52
 5º Mação              30    14     8     8    58 - 43    50
 6º Torres Novas       30    13     4    13    62 - 61    43
 7º Alcanenense        30    12     6    12    46 - 49    42
 8º Benavente          30    12     5    13    43 - 56    41
 9º Abrantes e Benfica 30    10     7    13    41 - 41    37
10º Amiense            30    10     7    13    36 - 40    37
11º At. Ouriense       30    10     6    14    42 - 49    36
12º Salvaterrense      30    10     6    14    48 - 66    36
13º Cartaxo            30     8     9    13    42 - 61    33
14º Ferreira Zêzere    30     9     3    18    35 - 58    30
15º U. Almeirim        30     4     5    21    30 - 72    17
16º Glória Ribatejo    30     2     5    23    33 - 86    11

Melhores marcadores:

1º Miguel Miguel (Torres Novas) – 32
2º Hélio Ocante (Mação) – 21
3º Lorran Jesus (Fazendense) – 20
4º Arnaldo Ferreira (Rio Maior) – 19
5º Tiago Vieira (U. Tomar) – 15
6º António Pereira (Salvaterrense); Alex Diliberto  e Santiago Krieger (Rio Maior) – 14
9º Chrystian Pedroso (U. Tomar); Luís Brito (Benavente); e M’Buli Nhaga (Alcanenense) – 13

O Rio Maior sagrou-se Campeão Distrital da I Divisão, da época de 2021-22, garantindo a promoção ao Campeonato de Portugal. O U. Tomar, enquanto 2.º classificado, qualificou-se para a próxima edição da Taça de Portugal.

Por seu lado o U. Almeirim e o Glória do Ribatejo são despromovidos à II Divisão Distrital.

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